Notas usadas são transformadas em combustível para
calefação.
Na Europa, frio já matou mais de 500 pessoas em pouco mais de dez dias.
Na Europa, frio já matou mais de 500 pessoas em pouco mais de dez dias.
Há quatro anos, o Banco Central húngaro recicla suas
cédulas usadas como combustível para calefação destinada às instituições
sociais mais necessitadas do país. Na Europa, o frio já matou mais de 500
pessoas em pouco mais de dez dias.
"É um ato de caridade muito útil, uma ajuda muito
importante para nossa fundação, porque podemos economizar parte de nossos
gastos de calefação graças a esses briquetes", explicou Krisztina
Haraszti, diretora da Fundação de Autistas de Miskolc (nordeste).
Desde setembro, o centro de logística do Banco Central
(MNB) em Budapeste envia cargas de blocos de briquetes para aquecer as
instituições mais carentes.
Todos os anos, o MNB retira de circulação cerca de um
quarto do total de cédulas e imprime uma quantidade equivalente para
substitui-las, o que equivale a 200 bilhões de florins (US$ 900 milhões) ou
entre 40 e 50 toneladas de briquetes anuais, segundo o diretor do centro.
No início, as cédulas usadas eram simplesmente queimadas.
Depois, foi adotada uma máquina para comprimi-las na forma de uma espécie de
tora.
É preciso cerca de cinco milhões de florins (US$ 22.000)
para fabricar um único briquete, que pesa em torno de um quilo.
Globo.com
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